O risco de um fumante passivo contrair câncer de pulmão ou de sofrer um infarto é 30% e 24% maior, comparado ao de não fumantes.

Por sua vez, a chance de um fumante ter câncer de pulmão é 1.900% (20 vezes) maior que a de um não fumante – o risco de infarto é de cinco a oito vezes maior (400% a 700%).

Fumantes passivos também estão mais sujeitos a ter bronquite crônica, enfisema e outras doenças.

Risco no ambiente

Por que não basta ficar longe do fumante? Porque a fumaça que fica no ambiente tem até 50 vezes mais agentes tóxicos do que a fumaça inalada pelo fumante, já que o cigarro tem filtro. Nenhum equipamento de ventilação é capaz de impedir que a fumaça e resíduos tóxicos se fixem nas paredes e móveis. Ou seja, mesmo depois de apagado o cigarro continua a causar males.

Os males causados por respirar-se nesse tipo de ambiente vão de problemas respiratórios a riscos de câncer de pulmão, fígado e bexiga, passando por elevação da pressão arterial e angina (dor no peito), até infarto agudo.

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