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Saiba por que grávidas devem consumir ômega-3

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A gestação exige alguns cuidados especiais com a alimentação. Uma das recomendações é o maior consumo de ômega-3 na gravidez, que são gorduras essenciais obtidas do peixe. Muitos estudos sugerem que essas gorduras, particularmente o ácido EPA e o DHA, trazem vários benefícios para as futuras mamães e os bebês .

De acordo com as Diretrizes Dietéticas 2015-2020, o indicado para mulheres grávidas ou em fase de amamentação é a ingestão de cerca de 300 gramas por semana de frutos do mar ricos em DHA. Esse valor está associado a melhores resultados de saúde infantil.

O peixe contém todas as caraterísticas necessárias para um alimento saudável. Ele é uma excelente fonte de proteína, fornece várias vitaminas e minerais e tem baixo teor de gordura saturada. Além disso, o ômega-3 reduz potencialmente o risco de parto prematuro e melhora o desenvolvimento do cérebro e da visão no bebê.

É importante, no entanto, que esses alimentos tenham baixo teor de mercúrio, já que o excesso do componente no corpo durante a gestação pode prejudicar o cérebro e o sistema nervoso do bebê.

Como as mulheres devem consumir ômega-3 durante a gravidez?

Em 2016, a Agência de Proteção de Alimentos e Medicamentos dos EUA e a Agência de Proteção Ambiental divulgaram o documento “Conselhos sobre como comer peixe”, que tem como objetivo mulheres e pais a entender quais são as melhores opções de frutos do mar.

A iniciativa recomenda que todas as mulheres em idade fértil, especialmente aquelas que estão grávidas ou amamentando, consumam de duas a três porções de peixe por semana. As melhores escolhas incluem peixe-gato, bacalhau, salmão e sardinha. As opções a serem evitadas são as que possuem níveis mais altos de mercúrio, como tubarão e peixe-espada.

Mas as mamães vegetarianas não precisam de desesperar, pois também há opções para esses casos. A alternativa são os ovos ou outros alimentos fortificados com DHA. Outra opção são os suplementos derivados de microalgas. Para garantir uma boa alimentação e consumir os nutrientes necessários, não deixe de consultar o médico e nutricionista.

Fonte: Proteste

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