Então (já) é Natal e, no meio de tantos preparativos, a missão de encontrar a árvore perfeita ficou por sua conta – mas você não sabe nem por onde começar. Sem desespero e foco nos tópicos a seguir, pois a decoradora referência Cecília Dale ensina, em três passos básicos, o caminho das pedras para que a escolha da árvore de Natal seja rápida e certeira.

1. Conheça seu ambiente:

Antes de investir em uma árvore sem pensar muito sobre o assunto, tenha em mente quanto do seu espaço livre você vai querer aproveitar com a decoração. Para apartamentos e casas com salas amplas, por exemplo, Cecília sugere modelos do tipo full – ou seja, com bases mais largas e galhos cheios. A altura da árvore também deve ser considerada, assim como o pé direito da sala: “A árvore não pode ficar encostando no teto, isso dá a aparência dela estar grande demais para o espaço. Recomendamos deixar pelo menos 25 centímetros de distância entre o ramo mais alto da árvore e o teto”, orienta.

Quem não tem tanto espaço interno, não precisa abrir mão do pinheiro, viu? É possível, até, escolher modelos mais altos. O segredo é optar pelas árvores da categoria slim, fininhas e com bases menores. Outra alternativa é escolher um modelo full mais baixo, e colocá-lo sobre uma mesa lateral – assim ele não ocupa espaço no chão, e nem atrapalha a passagem. Árvores em miniatura, além de charmosas e mais baratinhas, podem ser colocadas sobre móveis menores e mesas de centro – fica fofo e é zero trabalhoso.

2. Donos de pets, fiquem de olho!

Seu animal de estimação é do tipo destruidor? Então, mantenha a árvore bem longe dele. Para evitar acidentes, vale a mesma dicas que demos ali em cima: posicione seu pinheiro em um aparador ou mesa lateral, de modo que o bichinho não consiga alcançá-lo. Para prevenir estragos promovidos por gatos, que são naturalmente atraídos por bolas e enfeites natalinos, certifique-se de que os pingentes estão bem presos. Cecília dá a letra: “Depois de pendurá-lo, use a alça do enfeite para dar várias voltas no galho, fixando bem”.

3. Quais materiais duram mais?

Você tem bons motivos para passar bem longe dos pinheiros naturais, totalmente antiecológicos: “As árvores naturais sempre acabam morrendo, por maior que seja o balde com terra na base. As raízes são cortadas antes da venda e, para continuar vivendo, a planta teria que ter para baixo, de raiz, a mesma altura que ela tem para cima – o que seria impossível de colocar dentro de casa”, diz Cecília.

O mercado está cheio de cópias perfeitas dos mais diferentes modelos de árvores – canadenses, belgas e californianos, por exemplo. O investimento costuma durar bastante (a árvore de Natal da Cecília já dura 20 anos), e você ainda pode ajustar os galhos como preferir – galhos naturais, por sua vez, quebram e pendem por conta do peso dos enfeites.

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